Políticos que receberam doações de frigoríficos devem
ajudar as empresas a se reposicionarem no mercado?
 |
| Google reprodução |
O efeito devastador que a operação
carne fraca da Lava Jato teve para as empresas de carnes no Brasil foi
assustadora para alguns. O ministro da agricultura Blairo Maggi concedeu uma
entrevista na quarta feira (22), onde falou que o mercado brasileiro deve
reduzir aproximadamente em 10% no volume de exportação. Números apurados nos
mostram que desde sexta-feira (17) o mercado vem caindo, declarando o que o ministro
da agricultura afirmou. A exportação da carne brasileira desabou de 63 milhões
de dólares por dia para 74 mil dólares na terça-feira (21).
O que realmente sabe-se do caso com
total veracidade nesta operação é que os lobbys entre políticos e empresas
frigoríficas utilizavam de seus recursos e poderes para comercializar e
produzir carnes estragadas reaproveitando-as (sabe-se lá como), de maneira que
bem entendessem para gerar seus lucros, (a forma que adulteravam seus produtos,
com papelão ou não, não cabe nesta notícia). O que queremos ressaltar é que
esse jogo entre eles previa indicações políticas para os funcionários que
atuavam como fiscais, para estes: propinas para os empresários produtores “econômicos;
concessões e perdão de dívida. E como retornava toda essa “ajuda” dada pelo os políticos?
Doações bilionárias em campanhas para eles próprios.
Então o que isso quer dizer? Que o
círculo sempre parava no colo dos políticos.
Nós continuaremos alertando a
todos, pois não temos compromisso com o erro. O que a PF está fazendo é o seu
papel de denunciar e prender os responsáveis pelas irregularidades. Estaremos
apoiando a PF, com o mercado financeiro despencando ou não.