sexta-feira, 24 de março de 2017

Políticos, frigoríficos e ajuda financeira



Políticos que receberam doações de frigoríficos devem ajudar as empresas a se reposicionarem no mercado?

Google reprodução
O efeito devastador que a operação carne fraca da Lava Jato teve para as empresas de carnes no Brasil foi assustadora para alguns. O ministro da agricultura Blairo Maggi concedeu uma entrevista na quarta feira (22), onde falou que o mercado brasileiro deve reduzir aproximadamente em 10% no volume de exportação. Números apurados nos mostram que desde sexta-feira (17) o mercado vem caindo, declarando o que o ministro da agricultura afirmou. A exportação da carne brasileira desabou de 63 milhões de dólares por dia para 74 mil dólares na terça-feira (21).

O que realmente sabe-se do caso com total veracidade nesta operação é que os lobbys entre políticos e empresas frigoríficas utilizavam de seus recursos e poderes para comercializar e produzir carnes estragadas reaproveitando-as (sabe-se lá como), de maneira que bem entendessem para gerar seus lucros, (a forma que adulteravam seus produtos, com papelão ou não, não cabe nesta notícia). O que queremos ressaltar é que esse jogo entre eles previa indicações políticas para os funcionários que atuavam como fiscais, para estes: propinas para os empresários produtores “econômicos; concessões e perdão de dívida. E como retornava toda essa “ajuda” dada pelo os políticos? Doações bilionárias em campanhas para eles próprios.
Então o que isso quer dizer? Que o círculo sempre parava no colo dos políticos.

Nós continuaremos alertando a todos, pois não temos compromisso com o erro. O que a PF está fazendo é o seu papel de denunciar e prender os responsáveis pelas irregularidades. Estaremos apoiando a PF, com o mercado financeiro despencando ou não.  
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